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O Brasil Imperialista: A expansão brasileira chega à África (en portugues)

CARLOS ETCHICHURY/ Enviado Especial/Luanda - 2004

O Brasil Imperialista 3- A expansão brasileira chega à África no terceiro dia da série sobre o imperialismo verde-amarelo no Hemisfério Sul. Zero Hora mostra hoje o tamanho da influência econômica, cultural e militar do Brasil em países como Angola e Namíbia

A principal obra de engenharia civil em curso em Angola - país africano de 14 milhões de habitantes, localizado no outro lado do Atlântico, a 7 mil quilômetros do Brasil - tem sotaque baiano. O grupo Odebrecht, nascido em Salvador, deve concluir em junho próximo a Hidrelétrica de Capanda, um projeto iniciado há 20 anos e paralisado três vezes devido à guerra civil.

Quando suas quatro turbinas funcionarem, Capanda produzirá 520 MW de energia, garantindo os primeiros passos para o desenvolvimento industrial do país, devastado por três décadas de conflitos. Os enfrentamentos terminaram em 2002, com a vitória do Movimento Pela Libertação de Angola (MPLA) sobre os rebeldes da União pela Independência Total de Angola (Unita).

A relação de parceria entre as duas nações colonizadas por portugueses se estreitou a partir de 1975, ano da libertação dos africanos. O governo de Ernesto Geisel foi o primeiro a reconhecer a legitimidade do movimento revolucionário. Os laços se estreitaram, e as cifras não param de crescer. De tudo que Angola importa, cerca de 12% saem dos portos brasileiros. Em 2002, o Brasil exportou US$ 199 milhões para o país.

Hoje, a Odebrecht é um grupo que contabiliza frutos de uma decisão arriscada, tomada em 1984, quando Angola era sinônimo de insegurança. Naquele ano, os baianos se tornaram parceiros dos russos na construção de Capanda - maior obra já realizada no país. A multinacional conquistou a confiança do MPLA e se tornou o principal expoente da pujança brasileira em solo angolano.

Capanda, porém, é apenas uma das empreitadas assumidas pela Odebrecht. Grandes obras de infra-estrutura (saneamento básico, pavimentação e construção de casas, orçadas em US$ 253 milhões) estão sob a responsabilidade do grupo, que investe US$ 49,7 milhões na exploração de diamantes e petróleo e na edificação de um conjunto residencial de alto padrão.

- Angola representa muito para Odebrecht. É o terceiro país em volume de negócios no seguimento da construção - explica Genésio Lemos Couto, diretor de Planejamento e Administração do grupo, que atua em 14 países e emprega 28 mil trabalhadores, dos quais 7 mil em Angola.

Acomodado em um confortável escritório em Luanda, Couto faz questão de detalhar os projetos de responsabilidade social. O principal deles é a aplicação de US$ 1 milhão no combate e prevenção à Aids. Desde 2002, entre outras ações, foram formados 900 agentes "conscientizadores", distribuídos milhares de preservativos e realizados 1.137 testes entre os empregados, sendo que 108 (10%) resultaram soro-positivos. ■


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